09 agosto, 2009

BRASIL EM BRANCO E PRETO - PARTE II

Barbaridades acontecem naturalmente
como óperas sangrentas.
Originalidade e trama, confundem figurinos e figurantes
que vivem intensamente
os clássicos memoráveis da dramaturgia brasileira.


... Enquanto isso ...


Ensaiamos nova coreografia.


(Cibele Camargo)

2 comentários:

KA disse...

Cibele,

"Tem dias que a gente se sente, como quem partiu ou morreu...", os versos de Chico também lembram momentos tristes e de opressão. O tempo passa e agora a opressão é com liberdade de expressão, hoje podemos dizer: "Barbaridades acontecem naturalmente...", mas tudo continua na mesma. É triste para quem assistiu a saida do Collorido pelas portas do fundo da história, vê-lo petulante no senado. Hoje ele é um senador, já imaginou? Mas.... para que serve mesmo o senado?

Abraços

Taninha Nascimento disse...

Cibele...

Bravo! Bravísimo!

Bela voz rica em conteúdo e arte!

Eu diria que este poema emoldura nosso antigo e atual cenánio brasileiro - especificamente o político.

"...Enquanto isso... Ensaiamos nova coreografia."

Até quando ficaremos no ensaio?

Parabéns!!!

Beijos,
Taninha